Esta semana (de 11 a 17 de Setembro), a revista Nova Gente faz capa com Mickael Carreira e dedica ao cantor quatro paginas, em que podemos ler entre outros assuntos já referido no blog, uma entrevista em que Mickael assume claramente as diferenças que tem do pai e traça objectivos de vida.
Entervista:
Quer deixar de ser conhecido como o filho de Tony Carreira e vingar como cantor. Em apenas dois meses, o seu primeiro trabalho já chegou ao Dupla Platina.
Em apenas dois meses, chegou ao Dupla Platina, como se sente?
Muito, muito feliz. Esta é a melhor fase da minha vida porque é um sonho de criança que está a realizar-se da melhor forma. Só me têm acontecido coisas boas.
Esperava este sucesso?
Não. Quando lancei o disco estava com receio. Na primeira semana não senti do publico o que estou a sentir agora e ficava assustado. Mas é normal, as coisas têm o seu tempo. Tenho andado em sessões de autógrafos e tenho sentido o apoio tremendo do público.
Assusta-o que o público não goste de si?
Quando o público está a apoiar um artista e reconhece o seu trabalho é a maior recompensa.
E as vendas reflectem esse apoio. Está no segundo lugar do top.
O apoio do publico é mais importante do que as vendas dos discos. Sentir esse calor, o carinho das pessoas é muito bom.
E está a gostar de ser vedeta?
Vedeta? (risos) Não, não me considero vedeta.
Comparações com o pai
Mas agora não é só conhecido como o filho de Tony Carreira...
No inicio senti muito essa comparação com o meu pai, mas agora está diferente. Mas também acho perfeitamente normal as pessoas, no inicio, quererem comparar-me com o meu pai
Quais são as diferenças entre os dois?
São estilos de musica diferentes. O meu é mais pop latino, são pessoas com idades diferentes.
Gosta da musica de Tony Carreira?
Sim.
Costuma ouvir?
Não ouço a musica todos os dias, mas ouço.
Onde quer chegar?
A meta de um artista é poder fazer uma carreira, mas é complicado. Essa sorte é dada a poucos cantores. Conseguir vingar no meio é o meu objectivo principal.
Qual o palco que gostaria de pisar?
Em Portugal há salas muito emblemáticas, como o Coliseu. Já tive a sorte de cantar no Pavilhão Atlântico com o meu pai e senti que é uma sala fantástica. As pessoas a vibrar é espectacular.
Fala muito no publico. Como lida com os fãs?
Lido normalmente, não tenho paranóia de ser cantor e de não poder falar com as pessoas. Se estou aqui é graças a elas. Só lhes devo respeito.
Este verão tem sido muito cansativo. Não tem nada que ver com os verões anteriores?
O Agosto foi muito cansativo. Antigamente era só praia, estar com os amigos. Mas quem corre por gosto não cansa e é o meu caso.
Mas tem saudades desse tempo?
Tenho e não tenho. A verdade é que tenho menos tempo para estar com os amigos, ir á praia, ao cinema. Mas não trocava a vida que tenho agora por nada. Estou muito satisfeito.
Os verdadeiros amigos
Tem muitos amigos?
Verdadeiros amigos temos poucos, que se podem contar pelos dedos de uma mão. Mas tenho amigos e familiares que são muito importantes e que me dão muito apoio.
Viveu 15 anos em França. Deixou muitos amigos lá. Como foi a adaptação a Portugal?
Sim, deixei muitos amigos. No inicio foi complicado. Estava a estudar no liceu francês, mas fiz questão de passar para o ensino português para me integrar melhor e conhecer melhor a língua portuguesa.
Prefere viver em Portugal ou na França?
Cá. Sem duvida.
Porquê?
Por várias razões: as pessoas, o clima. Apesar de gostar de França, sinto Portugal como a minha terra. Sinto-me mais português do que francês. Adoro o Algarve e Lisboa, a cidade tem uma luz fantástica. *
laportuguaise15
26/12/2008Muito bonito o Mickael Carreira.
loli
09/05/2008nimportequoi
paty
24/11/2006opa as revistas so kerem e vender e mentira